Agronegócio brasileiro lamenta morte de Eduardo Campos

Agronegócio brasileiro lamenta morte de Eduardo Campos

Representantes do agronegócio brasileiro lamentaram a morte do candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Henrique Accioly Campos, nesta quarta-feira (13). O ex-governador de Pernambuco e outras seis pessoas estavam em um avião que caiu, pela manhã, em Santos, no litoral sul de São Paulo.

O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Carlos Corrêa Carvalho, afirmou, em nota, que a notícia foi recebida com muito pesar pelo setor.  “Dias atrás durante o Congresso da Abag, em São Paulo, ouvimos as posições do candidato relativas às ideias a serem postas em prática para esse setor, caso viesse a vencer as próximas eleições presidenciais. Foram equilibradas e coerentes com as expectativas de modernidade, dinamismo e grandeza do agronegócio brasileiro, e que receberam manifestações positivas das mais 800 lideranças participantes do evento”.

O presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins da Silva Júnior, também lamentou a perda de Campos. “Há uma semana – e revelando empolgante disposição – Eduardo Campos esteve na CNA, mostrando aos produtores rurais sua profunda visão dos desafios e potencialidades da agropecuária brasileira. Surpreendeu-nos, tal a firmeza e destemor com que se comprometeu a combater radicalismos, a buscar o equilíbrio e a estabelecer uma agenda programática para evitar improvisações oportunistas. (…) Não há dúvida de que o Brasil perdeu uma de suas mais promissoras lideranças políticas”.

A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) disse que Campos trazia uma mensagem de renovação e esperança de mudança para o país. “De família consolidada, comportamento digno e ético que expunha e defendia com coragem, Eduardo Campos deixa um vácuo na boa política”, comentou a entidade, em nota.

A União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) também emitiu nota sobre a morte do ex-governador. “A entidade lamenta a perda de um jovem político, que despontava como uma nova liderança no cenário nacional, contribuindo para o estado de Pernambuco como para o Brasil”.

A Federação da Agricultura de Mato Grosso (Famato) disse que o país perdeu uma importante liderança política. “Campos era jovem e estava em ascensão. Recentemente, em evento realizado pela CNA com os candidatos presidenciáveis, Campos demonstrou preparo e coragem para enfrentar uma eleição. E conhecimento sobre as principais bandeiras do agronegócio”.

Fonte: Agronegócios / Gazeta do Povo.

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