Agronegócios

Paraguai começa a colher a safra de soja, informa jornal

Expectativa é de bons rendimentos na produção de soja do Paraguai (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo) O Paraguai iniciou a colheita da safra 2013/2014 de soja com expectativa de bons rendimentos nas lavouras, informou o jornal paraguaio ABC Color, com base em informações da Coordenadoria Agrícola do país. A colheita esperada é de 9 milhões de toneladas, em uma área semeada de 31 milhões de hectares. De acordo com o jornal, chuvas irregulares registradas nos últimos dias trouxeram algum alívio para as lavouras, depois de um período de estresse hídrico causado por uma seca de pelo menos 20 dias. Otimismo também para a safra de gergelim e de algodão do país, segundo a publicação. Calcula-se que foram semeados 60 mil hectares de gergelim, com expectativa de colheita de 30 mil toneladas. No algodão, a semeadura foi feita em 28 mil hectares.

Brasil exporta mais café em 2013, mas fatura menos

Expectativa do CeCafé é de que esportações cheguem a 33 milhões de sacas neste ano  (Foto: Davilym Dourado/Ed. Globo) O Brasil encerrou o ano de 2013 com exportações de 31,224 milhões de sacas de café, um crescimento de 10.2% em relação ao volume de 2012. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (13/1) pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé). “A exportação brasileira de café em 2013 está se recuperando em termos de volume, se comparada ao ano anterior, período prejudicado com o excesso de chuvas. Esse resultado positivo mostra que o país volta aos patamares de exportação acima dos 30 milhões de sacas por ano”, disse o diretor-geral do CeCafé, Guilherme Braga, em comunicado. O faturamento com as vendas externas ficou em US$ 5,150 bilhões, 19% a menos que o registrado em 2012, que foi de US$ 6,364 bilhões. O preço médio caiu de US$ 224,64 por saca para US$ 164,95, uma desvalorização de 26,6% de um ano para outro. Em 2013, o café arábica respondeu por 85,% das vendas externas do país. O solúvel por 10,7%; o robusta por 4,2%; e o torrado & moído por 0,1% das exportações. A participação do café nas exportações brasileiras como um todo, de acordo com a instituição, foi de 2,1%. Nas exportações do agronegócio, o café respondeu por 5,5% do total. Para este ano, a expectativa é de um novo crescimento no volume exportado, que pode ficar entre os 32 e 33 milhões de sacas de 60 quilos.

Conab calcula safra em 196,7 milhões de toneladas

Soja deve ter oi maior aumento de área plantada, de acordo com a Conab (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo) A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou levemente para acima a estimativa para a safra brasileira de grãos 2013/2014. No quarto levantamento, divulgado nesta quinta-feira (9/1), a projeção é de 196,672 milhões de toneladas. No relatório de dezembro, eram esperados 195,906 milhões. Se confirmada, a safra brasileira de grãos será 5,2% maior que a colhida no período 2012/2013, cujo volume foi de 186,864 milhões de toneladas. De acordo com a Conab, o resultado se deve sobretudo à cultura da soja, que também teve a estimativa revisada para cima: de 90,025 milhões de toneladas no relatório de dezembro para 90,331 milhões no divulgado nesta quinta-feira. O volume representa um aumento de 10,8% em relação à safra 2012/2013, que foi de 81,499 milhões de toneladas. A produção de milho também teve uma leve revisão para cima, passando de 78,783 milhões de toneladas para 78,967 milhões. Ainda assim, a produção, somadas primeira e segunda safras, deve ser 5,9% menor que a do ciclo passado, que chegou a 81 milhões de toneladas.

Safra de café pode chegar a 50,15 milhões de sacas

Com preço baixo e produtor descapitalizado, produção de café arábica deve ser menor neste ano (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo) A produção brasileira de café deve ficar entre 46,53 milhões e 50,15 milhões de sacas de 60 quilos neste ano. É o que estima a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no primeiro levantamento para a cultura referente a 2014, divulgado nesta quinta-feira (9/1). Se confirmado o resultado menor, o volume representará uma baixa de 5,4% em relação ao ciclo passado, que foi, no cálculo da Conab, de 49,15 milhões de sacas. Se confirmado o resultado maior, será um crescimento de 2% na produção. Representando 75,1% da produção nacional, o café arábica teve uma produção calculada entre 35,07 milhões e 37,53 milhões de sacas de 60 quilos. O relatório da Conab destaca que, apesar do ciclo ser de alta bienalidade, nas duas hipóteses, o volume previsto é menor que o do ciclo passado. “Se deve, principalmente à redução 61.105,9 hectares da área em produção, inversão da bienalidade em algumas regiões, aliados ao menor investimento nas lavouras, reflexo da descapitalização dos produtores, decorrente dos aixos preços do café”, avaliou a Conab. Em relação ao café conillon, a expectativa é de safra maior. De acordo com a Conab, a produção deve variar entre 11,46 milhões e 12,62 milhões de sacas de 60 quilos. Na melhor das hipóteses, o aumento deve ser de 16,15% em relação ao ciclo anterior. “Este resultado se deve, sobretudo, à recuperação da produtividade, que na safra anterior sofreu com a forte estiagem, e ao crescimento da área em produção, principalmente no estado do Espírito Santo”, informou o relatório.

Safra 2013/2014 pode chegar a 196 milhões de toneladas, informa a Conab

Soja se mantém como principal produto, segundo levantamento por Globo Rural On-Line Soja se mantém como a principal cultura do país, de acordo com o levantamento da Conab (Foto: Shutterstock) A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou para cima o intervalo de sua estimativa para a safra de grãos 2013/2014. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (8/11). A projeção indica uma safra variando entre 192,4 milhões e196,6 milhões de toneladas, o que representaria um novo recorde. Foi o segundo levantamento relativo à safra em plantio. No levantamento anterior, o intervalo da estimativa da Conab variava entre 191,9 e 195,4 milhões de toneladas de grãos. Segundo a Conab, o segundo levantamento para o ciclo 2013/2014 “traz ainda a soja como o produto de maior destaque tanto em crescimento de produção quanto de área, graças aos bons preços do grão no mercado”. A produção da oleaginosa está entre 87,9 e 90,2 milhões de toneladas e a área, entre 28,8 e 29,5 milhões de hectares. Considerando o limite superior da estimativa, se for confirmado, a produção total de grãos em 2013/2014 representará um crescimento de 5,3% em relação ao período 2012/2013 (186,8 milhões de toneladas). A área, segundo a Conab, deve passar dos 53,3 milhões de hectares, podendo chegar a 55,5 milhões, o que representa uma variação entre 2% a 4,2% em relação à cultivada na safra 2012/2013 (53,27 milhões de hectares). IBGE O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também divulgou nesta sexta-feira sua estimativa de safra de cereais leguminosas e oleaginosas. Neste caso, foi o primeiro levantamento para a colheita a ser feita no ano que vem, com um prognóstico bem diferente da Conab. De acordo com o IBGE, a área plantada deve chegar a 53,6 milhões de hectares, um crescimento de 1,8% em relação à cultivada para a colheita deste ano. No entanto, a produção deve cair 1,4%, para 184,2 milhões de toneladas. “Apesar desse acréscimo (de área), o volume da produção esperada cai devido à opção do plantio de soja e algodão em detrimento do milho 1ª safra, cultura de maior produtividade que aquelas”, informou o IBGE. A colheita deste ano foi calculada em 186,8 milhões de toneladas, um crescimento de 15,4% em relação à de 2012.

Cooperativa de MG embarca contêiner para prospectar mercado chinês

por Raphael Salomão, de São Paulo (SP) Armazém da Expocaccer, em Patrocínio (MG). Cooperativa embarcou contêiner de cafés especiais para a China (Foto: Luciana Santos/Uberlândia-MG) Embarcar um contêiner de café para a China e oferecer a compradores locais, em uma venda ao estilo “porta a porta”, em contato direto com o cliente. Foi a ideia que a direção da Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer), de Patrocínio (MG), resolveu colocar em prática para prospectar o mercado chinês para cafés especiais da região do Cerrado Mineiro. O projeto começou há pouco mais de um ano, explica o gerente de novos negócios da Expocaccer, André Gomes Peres. Segundo ele, entre setembro e outubro do ano passado, representantes da cooperativa foram à China para uma primeira avaliação do mercado e do ambiente de negócios. Segundo Peres, a viagem serviu para que houvesse contato com todos os aspectos do mercado, desde a legislação, passando por logística até chegar nas cafeterias. “O resultado foi promissor”, diz ele, ressaltando que a preparação do plano envolveu uma parceria com uma trading chinesa, treinamento de um representante e aprovação por parte do conselho de administração da cooperativa. A carga de 320 sacas deve chegar ainda neste mês, de acordo com Peres. O representante, baseado em Xangai, fará a comercialização. “Este agente vai armazenar a mercadoria, contatar empresas que tem foco em cafés especiais, oferecer o que temos disponível no território chinês e também dar toda a assessoria necessária para esses clientes”, explica. A expectativa é vender tudo em até seis meses. Peres compara o trabalho do agente na China ao de um “mascate” e diz que, no caso de cafés especiais, a prática é viável porque as vendas são fragmentadas e é possível atender os clientes mais diretamente. Com os resultados, a direção da cooperativa vai avaliar a possibilidade de ampliar as relações com os chineses. A intenção, segundo o gerente de novos negócios da Expocaccer, é observar critérios como prazos de venda e recebimento, perfil dos clientes, a negociação em si, além da rentabilidade. André Gomes Peres acredita que há espaço para o café no gigante asiático, tradicional consumidor de chá. “Para a nova geração chinesa, com queda para a ocidentalização, o café é fashion. Há cafeterias bem montadas, crescimento do consumo, vontade de tomar café bom. Se obtivermos bom resultado neste primeiro contato, iremos naturalmente engordando as fichas para aquele mercado”.

Vietnã compra 400 mil toneladas de milho do Brasil

País tem de importar o grão devido ao aumento da demanda por ração por Estadão Conteúdo A demanda por alimentação animal no país cresce cerca de 5% ao ano (Foto: Ernesto de Souza/Ed.Globo) O Vietnã comprou pelo menos 400 mil toneladas de milho brasileiro, em uma série de negócios para embarque entre janeiro e março do ano que vem, disseram executivos de tradings nesta quarta-feira, 22/10. As aquisições foram feitas a cerca de US$ 245/tonelada e US$ 250/tonelada (CFR, incluindo custo e frete, mas sem o seguro), para entrega nos portos de Cai Mep e Hai Phong, respectivamente. "Geralmente moinhos vietnamitas não compram milho com tanta antecedência, mas os preços mais altos nas últimas três semanas os levaram a fazer grandes compras depois da última correção para baixo das cotações", afirmou um importador de Ho Chi Minh. Quando os preços globais do milho alcançaram a mínima em três anos recentemente, importadores do Leste Asiático começaram a adquirir agressivamente cargas de volumes maiores do que as suas necessidades em meio a temores de que qualquer adversidade climática possa impulsionar as cotações novamente. Moinhos vietnamitas estão buscando milho principalmente no Brasil, cujo produto ainda está com desconto em relação ao norte-americano. Em outubro, 500 toneladas de milho brasileiro foram carregadas com destino ao Vietnã, afirmaram importadores. Volumes semelhantes devem ser carregados em novembro e dezembro, segundo eles. Esses volumes estão bem acima das necessidades vietnamitas. O Vietnã produz mais de 5 milhões de toneladas de milho por ano, mas ainda tem de importar o grão devido ao aumento da demanda por ração. A demanda por alimentação animal no país cresce cerca de 5% ao ano, devido ao aumento do consumo de carne, principalmente suína. No entanto, as importações vietnamitas anuais de milho costumam ficar entre 1 milhão e 1,5 milhão de toneladas. "Importações mensais de quase 500 mil toneladas do Brasil são anormais, e o Vietnã, com certeza vai ser inundado de milho", disse um dos importadores.

Soja atinge recorde histórico para o mês de setembro

Entre janeiro e setembro  foram embarcados 40,7 milhões de toneladas de soja para o exterior (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo) A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,147 bilhões em setembro. Os embarques do agronegócio mantiveram o bom desempenho no período. Produtos como a soja, milho e café registraram alta. O destaque ficou por conta do algodão. Os embarques da pluma cresceram 76%. Já o volume de suco de laranja registrou queda de 25% na comparação com o mês de agosto. As vendas de soja em grão para o exterior tiveram o melhor mês de setembro da história, de acordo com os dados divulgados pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Daniel Godinho, nesta terça-feira (1/10). As exportações do produto registraram US$ 1,9 bilhão no período, valor 83% acima do obtido em setembro de 2012. O bom desempenho foi puxado sobretudo pelas compras da China. Confira o desempenho dos principais produtos do agronegócio brasileiro na balança comercial de setembro: Soja As exportações de soja em grão atingiram de 3,849 milhões de toneladas, volume 106% acima do embarcado em setembro do ano passado e 35,5% abaixo do exportado em agosto deste ano. A receita das vendas externas somou US$ 1,851 bilhão, valor 83% acima do obtido em setembro do ano passado e 36% inferior a de agosto deste ano. A exportação do farelo de soja atingiu 1,308 milhão de toneladas, volume 23,87% superior ao do mesmo mês do ano passado e 12,4% acima do registrado em agosto deste ano. A receita das vendas externas de farelo ficou em US$ 727 milhões, valor 19,8% superior ao de setembro do ano passado e 17,9% acima de agosto deste ano. No acumulado do ano, entre janeiro e setembro, as vendas externas recuaram 9,4% em volume (para 10,07 milhões de toneladas), enquanto a receita aumentou 3,6% (para US$ 4,9 bilhões). As exportações de óleo de soja em setembro registraram o melhor desempenho desde agosto do ano passado, com embarque de 177,5 mil toneladas. O volume foi 60% maior que o exportado em setembro do ano passado e 91% superior ao embarcado em agosto deste ano. A receita em setembro atingiu US$ 160,3 milhões, valor 24% superior a de setembro do ano passado e 79% acima do registrado em agosto. No acumulado do ano o volume registrou queda de 35% (para 893 mil toneladas) e de 43,3% na receita (para US$ 908 milhões). link completo: http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI343358-18077,00-SOJA+ATINGE+RECORDE+HISTORICO+PARA+O+MES+DE+SETEMBRO.html

Bill Gates: “Um bilhão de pessoas morreria se não tivéssemos fertilizantes”

por Leonardo Gottems Ele é conhecido como o magnata fundador da Microsoft e criador do sistema operacional Windows. Também se notabiliza por ações sociais, e por conduzir uma empresa que saiu de uma garagem para conquistar o planeta. No entanto, revelou-se este mês um admirador da agricultura – e especialmente dos fertilizantes. “Os fertilizantes são muito interessantes. Não poderíamos nos alimentar – um bilhão de pessoas teria que morrer – se não estivéssemos utilizando fertilizantes”, disse Gates em entrevista ao jornalista Charlie Rose no programa "60 Minutes" da Rede CBS. Em uma carta pública que costuma escrever anualmente, pediu aos Estados Unidos e a outras nações desenvolvidas que prestigiem a atividade rural. “A agricultura é um grande exemplo de algo fundamental para o pobre que recebe muito pouca atenção nos países ricos. Questões agrícolas raramente estão nos noticiários. As exceções acontecem quando o alimento está contaminado, quando os subsídios do governo estão sendo debatidos, ou quando há uma fome”, lamentou. Gates adverte que, ao longo da última década, a demanda por alimentos e os preços subiram. Ao mesmo tempo, a mudança climática ameaça a produção, e em muitos países já há escassez. “É chocante – para não dizer falta de visão potencialmente perigosa – o pouco dinheiro que é gasto em pesquisa agrícola. No total, apenas US$ 3 bilhões por ano são gastos em pesquisa das sete culturas mais importantes”, avaliou.   Fonte:Agrolink

Colheita da soja em Mato Grosso chega a 2 milhões de hectares

A colheita da soja em Mato Grosso chegou a uma área de 2,1 milhões de hectares. Os produtores do estado precisam ainda expandir a colheita em 73% para atingir todo o espaço reservado para o grão, no total de 7,8 milhões de hectares. O acompanhamento da colheita foi divulgado na sexta-feira (15) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).   O analista do Imea, Cleber Noronha, explica que as chuvas estão atrapalhando os trabalhos no campo. Ele ressalta ainda que, devido as chuvas, os produtores temem perdas na produtividade. "O Imea levantou que, com 10% da área colhida as perdas chegam a 45 mil toneladas. Com o avanço da colheita os prejuízos podem ser maiores".   De acordo com o boletim, na região oeste os trabalhos estão mais avançados, alcançando 37,6% da área de 1 milhão de hectares, seguindo pelo médio-norte, com 29,9% de colheita concluída. O sudeste e o centro-sul seguem com 27% e 25% da área colhida, respectivamente. A colheita chegou a 24% no norte e 22% no noroeste do estado. O nordeste a colheita é mais lenta, alcançando 10% da área.   Fonte: Agrodebate.

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