Fertilizantes

Produtores de Mato Grosso aproveitam umidade e recuperam atraso

Na última semana, Mato Grosso recuperou parte do atraso no plantio de soja, que chegou a 84% dos mais de 8 milhões de hectares reservados à cultura. A notícia fortalece as previsões de que o país deve ter safra cheia. Os produtores aceleraram as máquinas, aproveitando a umidade. Recuperaram a maior parte do atraso ante 2013, provocado pela falta de chuvas em outubro, quando a atividade teve de ser inclusive interrompida. Ainda assim, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), a semeadura ainda está 9 pontos porcentuais atrás da verificada um ano atrás. Uma semana antes, a defasagem era de 19 pontos porcentuais. As precipitações retornaram a Mato Grosso há três semanas e favoreceram também o desenvolvimento das plantas. O Paraná, que também sofreu efeito da estiagem, reavalia a situação do plantio. Uma semana atrás, a semeadura da soja estava em 75% e a do milho em 96%, índices que tranquilizam o setor. Semana de plantio 10 pontos porcentuais do atraso no plantio de soja ante 2013 foram vencidos por Mato Grosso em uma semana. A semeadura precisa avançar rapidamente para preservar o potencial de produtividade. fonte: Agronegócios Gazeta do Povo.

Peninsula Fertilizantes terá unidade de mistura no Paraguai

  A paranaense Península Fertilizantes está prestes a dar mais um passo em seu movimento de expansão. Depois de estabelecer uma joint venture com uma empresa do Paraguai, passará a contar, no país vizinho, com uma nova unidade de mistura cujas obras estão em fase final. Com o empreendimento e avanço também no mercado brasileiro, a companhia, que fatura quase R$ 500 milhões por ano, espera expandir sua comercialização total de adubos de 600 mil toneladas (volume de 2013) para mais de 1 milhão. A nova unidade, localizada em Villeta, no Departamento Central do Paraguai, deverá ser inaugurada na segunda quinzena deste mês e terá capacidade para produzir 350 mil toneladas por ano, afirma Gilmar Michels, CEO da Península Fertilizantes. A fábrica será operada pela Peninsulpar, criada em parceria com a local Dekalpar e na qual cada uma das sócias tem participação de 50%. Os investimentos da Península na joint venture somam US$ 14 milhões - US$ 6 milhões dos acionistas e o restante financiado por bancos do Paraguai e internacionais. A unidade está localizada junto ao rio Paraguai e conta com um porto privado, diz Michels. Assim, as matérias-primas para a fabricação dos adubos, importadas, deverão ser transportadas por via fluvial, por barcaças, desde a Argentina até Villeta. Na logística reversa, para reduzir os custos, as mesmas barcaças vão escoar a produção de soja do Paraguai até Argentina e Uruguai. A previsão é que a fábrica paraguaia produza 150 mil toneladas de adubos em 2015 e 200 mil em 2016. Conforme o CEO da Península, será a segunda unidade de mistura de fertilizantes do país vizinho. A única a funcionar atualmente no país,  também em Villeta, é da Mosaic. A multinacional a adquiriu de sua compatriota ADM e sua incorporação deverá ser concluída ainda neste ano. A nova unidade será a sexta da Península, e a segunda que será administrada por meio de uma joint venture. A companhia tem 100% de duas plantas em Paranaguá (PR), uma em Rio Brilhante (MS) e uma em Rondonópolis (MT) - que entrou em operação no ano passado, com capacidade de produção de 600 mil toneladas. Além delas, conta com uma fábrica em São Luís (MA), junto ao porto de Itaqui, gerida pela Península Norte, companhia estabelecida em 2012 em parceria com a Ceagro, depois adquirida pela Agrex (empresa do grupo Mitsubishi). A unidade maranhense tem capacidade para produzir anualmente cerca de 350 mil toneladas de adubos. A parceria com a antiga Ceagro foi o caminho encontrado pela Península para chegar à região do "Mapitoba" (confluência entre os Estados de Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia). Antes, a atuação da empresa se limitava a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. "Trouxemos esse parceiro estratégico com venda e produção garantidas", disse Michels. Segundo ele, a estratégia de realizar investimentos "mais econômicos" e atrair parceiros criam valor para a companhia. A Península investiu cerca de US$ 30 milhões em expansão nos últimos três anos. Sua capacidade de produção saiu de 400 mil toneladas, em 2010, e chegará, com as joint ventures, a 1,7 milhão. O Valor antecipou, no mês passado, que a japonesa Mitsubishi, que no Brasil controla a produtora agrícola Agrex, está em vias de concluir a aquisição, por US$ 15 milhões, de 10% da Península, mas as empresas não comentam o assunto. Conforme  fontes envolvidas na operação, a intenção da Mitsubishi é, no futuro, adquirir o controle da empresa paranaense. De acordo com essas mesmas fontes, é uma oportunidade que a multinacional japonesa tem para ampliar sua atuação no mercado latino-americano  de fertilizantes, no qual ainda tem presença tímida. Fundada em 1994, a Península surgiu como uma "startup" prestadora de serviços às cooperativas paranaenses. Em 2012, lembra Michels, os sócios fundadores da companhia familiar profissionalizaram a gestão, deixaram o comando executivo e foram para o conselho de administração. No ano passado, a Península Fertilizantes movimentou 420 mil toneladas de adubos. A previsão para este ano é alcançar 850 mil toneladas, já somadas 250 mil toneladas da Península Norte - que, no ano passado, comercializou 180 mil. Com a expansão para o Paraguai, portanto, a comercialização deverá chegar a 1 milhão de toneladas em 2.015 estima Michels. Por Carine Ferreira

Portos do Paraná movimentam 35,4 milhões de toneladas de cargas

Os portos de Paranaguá e Antonina movimentaram 35,4 milhões de toneladas de produtos, de janeiro a setembro de 2014. O volume se manteve estável em relação ao mesmo período de 2013. Entre os destaques, as exportações de soja, em grão e farelo, seguem registrando alta. Ao todo, o Porto de Paranaguá exportou 7,4 milhões de toneladas de soja, o que representou alta de 5% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano passado. Foram 4,1 milhões de toneladas de farelo, uma alta de 4% no comparativo com o mesmo período de 2013. O número de contêineres destinados à exportação aumentou 10% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 283 mil TEUs movimentados, ante os 258,3 mil exportados até setembro, em 2013. Nos importados, os fertilizantes seguem liderando a movimentação. Foram 7,5 milhões de toneladas do produto, até setembro, o que representou alta de 5% em relação a 2013. A movimentação de carga geral também foi destaque. Até setembro, foram movimentadas 7 milhões de toneladas de produtos, 6% a mais do movimentado no mesmo período do ano passado. Agência Estadual de Notícias, 11/10/2014

Mato Grosso comercializa aproximadamente 100% de sua soja

  A soja do Mato grosso está perto de ser totalmente vendida. Até o momento 94,4% de quase 26 milhões de toneladas produzidas na safra 2013/14. No mercado interno, a saca de 60 quilos está cotada a R$ 56,75. Conforme o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as negociações da oleaginosa nesta safra estão voltadas para o mercado interno, com foco no esmagamento. Ainda segundo o Imea, Mato Grosso esmagou, em julho, 669,8 mil toneladas de soja, número 24,24% maior que o registrado em junho, quando marcava 539,1 mil toneladas. O boletim do instituto revela que 8% das 27 milhões de toneladas de soja projetada para a safra 2014/15 já foram vendidas antecipadamente peços produtores. "Com o leve avanço mensal, percebe-se o ritmo das vendas bastante cadenciado, tendo como principal variável de impacto os preços baixos oriundos da pressão, sobre tudo, da grande oferta internacional", diz o Imea.

Análise do solo é o primeiro passo para uma boa lavoura de soja

A análise do solo é o primeiro passo para fazer a adubação nas lavouras de soja. O trabalho começa antes do plantio. A calagem também é outra técnica necessária. – Os solos do Brasil, de modo geral, são muito ácidos. Ou seja, as plantas teriam muito mais dificuldade para ter altas produções em solos sem correção, principalmente as cultivares melhoradas. A calagem é feita por um período, que pode ser de dois em dois anos ou três em três anos. A adubação, por outro lado, é feita anualmente – explica o pesquisador da Embrapa Cesar de Castro. Na adubação, se faz a complementação dos nutrientes. No caso da soja, o nitrogênio já é fornecido através das sementes inoculadas. Mas é preciso fornecer fósforo e potássio para o solo. Aliás, o pesquisador alerta para a importância de repor o potássio. A soja é uma cultura que retira muito esta substância do solo. – Para cada tonelada produzida, a soja retira 20 kg de potássio. Por exemplo, um agricultor, que produz quatro toneladas de soja, estará retirando 80 kg de potássio do solo. Se na adubação ele não fornecer no mínimo essa quantidade e o solo não tiver quantidades excedentes, ao longo do tempo, ele estará empobrecendo o seu solo. E o sojicultor não vai saber o porquê da sua produtividade cair – afirma Castro. Fonte: Projeto Soja Brasil

Bill Gates: “Um bilhão de pessoas morreria se não tivéssemos fertilizantes”

por Leonardo Gottems Ele é conhecido como o magnata fundador da Microsoft e criador do sistema operacional Windows. Também se notabiliza por ações sociais, e por conduzir uma empresa que saiu de uma garagem para conquistar o planeta. No entanto, revelou-se este mês um admirador da agricultura – e especialmente dos fertilizantes. “Os fertilizantes são muito interessantes. Não poderíamos nos alimentar – um bilhão de pessoas teria que morrer – se não estivéssemos utilizando fertilizantes”, disse Gates em entrevista ao jornalista Charlie Rose no programa "60 Minutes" da Rede CBS. Em uma carta pública que costuma escrever anualmente, pediu aos Estados Unidos e a outras nações desenvolvidas que prestigiem a atividade rural. “A agricultura é um grande exemplo de algo fundamental para o pobre que recebe muito pouca atenção nos países ricos. Questões agrícolas raramente estão nos noticiários. As exceções acontecem quando o alimento está contaminado, quando os subsídios do governo estão sendo debatidos, ou quando há uma fome”, lamentou. Gates adverte que, ao longo da última década, a demanda por alimentos e os preços subiram. Ao mesmo tempo, a mudança climática ameaça a produção, e em muitos países já há escassez. “É chocante – para não dizer falta de visão potencialmente perigosa – o pouco dinheiro que é gasto em pesquisa agrícola. No total, apenas US$ 3 bilhões por ano são gastos em pesquisa das sete culturas mais importantes”, avaliou.   Fonte:Agrolink

Venda de fertilizantes bate novo recorde em 2012

Com 29,537 milhões de toneladas entregues ao cliente final, a venda de fertilizantes no Brasil atingiu um novo recorde no ano passado, aponta a Anda (Associação Nacional para Difusão de Adubos). O resultado representa um aumento de 4,3% sobre 2011, quando havia sido alcançado o patamar de 28,3 milhões de toneladas.

Projeto pode reduzir dependência em fertilizantes

A exploração das reservas de carnalita, minério do qual se extrai o cloreto de potássio, em Sergipe pela Vale Fertilizantes deve contribuir para a redução da dependência de importação de potássio do Brasil, afirmou o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Carlos Nogueira da Costa Jr.

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Mercado de fertilizantes sofre queda em janeiro e segue em ritmo lento

O mercado de fertilizantes registrou neste mês de janeiro queda de preços e estão, em média, quase 3% mais baratos que os valores registrados em dezembro, segundo levantamento da Scot Consultoria.   O recuo de preços é causado pelo ritmo bastante lento de negócios nesta época do ano, mas, a partir de fevereiro, as negociações para as safrinhas devem ter início, voltando a movimentar o mercado.   Outro motivo seria que as empresas desses produtos precisam liquidar os estoques de passagem.   De acordo com informações da Scot Consultoria, os fertilizantes nitrogenados caíram 2,3%, os potássicos 4,2% e os fosfatados 1,8%.   Fonte: Agrolink

Mais um mês de queda nos preços dos fertilizantes

Em janeiro de 2013 foi registrada mais uma queda nos preços dos fertilizantes.   Os recuos em relação a dezembro do ano passado foram de 2,3%, 4,2% e 1,8% para os fertilizantes nitrogenados, potássicos e fosfatados, respectivamente.  

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